Quando um veículo sai da nossa oficina depois de uma reblindagem, ele não sai só "pronto". Ele sai testado. Esse é um dos pontos que mais diferencia a Reblind de uma funilaria comum que mexe em carro blindado sem entender o que está em jogo.
Por que testar de novo um veículo que já era blindado?
A blindagem original de um veículo já passou por homologação. Mas qualquer intervenção — reparo de funilaria, troca de vidro, substituição de manta balística, ajuste estrutural — pode comprometer essa proteção se não for feita com rigor técnico. Por isso, depois de reblindar, nós testamos novamente os componentes críticos, especialmente os vidros e painéis reparados.
Como funciona o teste
O processo usa munição real, nos calibres compatíveis com o nível de blindagem do veículo (na grande maioria dos casos, nível III-A, que é o padrão de mais de 90% dos blindados civis no Brasil). Os disparos são feitos em bancada de teste, sob controle técnico, mirando diretamente nos pontos reparados — não é um teste simbólico.
- O vidro ou manta é fixado e posicionado como estaria instalado no veículo.
- Disparos são feitos em sequência, em pontos distintos da peça.
- Verificamos se houve perfuração, trinca estrutural além do aceitável, ou falha na retenção dos fragmentos.
- O resultado é documentado e arquivado junto ao laudo técnico do veículo.

O que esse teste garante para o cliente
Não basta a peça "parecer" estar bem instalada. O teste de impacto é a única forma objetiva de confirmar que a proteção balística continua funcionando depois do reparo. Isso dá ao cliente — seja pessoa física, frota ou seguradora — a segurança de que o veículo não perdeu desempenho depois de passar pela nossa oficina.
É também esse teste que sustenta a documentação e os laudos técnicos que acompanham cada reblindagem, usados na regularização junto ao Exército e ao Detran.

